Turismo

Mato Grosso está de braços abertos para receber turistas do mundo todo, seja bem vindo ao nosso estado.

  • Nova Xavantina-MT
    As primeiras notícias da regiăo que hoje compreende Nova Xavantina vęm de meados do século XVII. Bandeiras como a de Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera, e Pires de Campos percorreram a área por volta de 1660, capturando índios para depois vendę-los como escravos.
    Estas expediçőes foram responsáveis pelo surgimento da lenda da Serra dos Martírios, um lugar fantástico indicado por formaçőes geográficas que lembravam os martírios de Cristo, onde haveria muito ouro de superfície.
    O local descrito pelos bandeirantes nunca foi encontrado, mas rapidamente surgiram pequenas vilas garimpeiras, como a de Araés, ao longo do Rio das Mortes.

    Pontos Turísticos

  • BARRA DO GARÇAS-MT
    Com a transferęncia da sede do município de Araguayana, surge Barra do Garças. Entretanto, notícias sobre a regiăo rica em diamantes, e suas relaçőes com a lendária Mina dos Martírios, datam do século XVII. Até essa data, o município de Barra do Garças que abrangia toda a regiăo da Serra do Roncador e se estendia pelo médio e baixo Araguaia (margem esquerda), era habitado ao sul pelos índios Xavante e ao norte pelos índios Carajá.
    O grande divisor entre essas duas inimigas naçőes indígenas, era o lendário Rio Manso ou das Mortes. A penetraçăo de brancos se deu efetivamente com o início das navegaçőes do rio Araguaia, tendo como grande precursor Couto de Magalhăes, que como presidente sucessivamente, das províncias de Goiás, Pará e Mato Grosso, intensificou a ligaçăo hidrográfica entre as bacias do Prata e Tocantins, unindo o sul ao norte do país.
    A partir de 1897, quando Antonio Candido de Carvalho encontra diamantes no Rio das Garças, a notícia traz grande quantidade de pessoas que se dividem entre a cata do diamante e extraçăo do látex da mangabeira. Em 21 de dezembro de 1935, através do Decreto n.ş 32, é criado o Distrito de Paz de Barra do Garças.
  • Cáceres – MT
    Tem uma localizaçăo privilegiada. A cidade é portal de entrada do Pantanal mato-grossense e está situada ŕ margem esquerda do rio Paraguai, no sudoeste de Mato Grosso, na regiăo Centro-Oeste do Brasil. O município está localizado a 210 quilômetros de Cuiabá, a capital estadual, e a 80 quilômetros da cidade boliviana de San Mathias.
    O ecossistema da regiăo é composto por 35% de cerrado, 15% da Floresta Amazônica de transiçăo e 50% de pantanal.
    A Princesinha do Paraguai, como é conhecida, é dotada de um aeroporto internacional, com capacidade para receber aeronaves de grande porte, porém năo é servida, no momento, por qualquer linha aérea regular. O acesso rodoviário é feito através das BR 070, BR 174 e MT 343.
  • Chapada dos Guimarăes – MT
    Na borda do Planalto Central, a Chapada dos Guimarăes fica exatamente no centro geodésico da América do Sul, num ponto eqüidistante, a 1.500 Km entre o Atlântico e o Pacífico. Formada por extensos paredőes de arenito vermelho-alaranjado, numa paisagem agreste, muito rica em espécies da flora e fauna do cerrado, a Chapada dos Guimarăes é também um verdadeiro museu a céu aberto. Com 46 sítios arqueológicos catalogados, lá foram encontrados ossos de dinossauros, muitos fósseis, e inscriçőes e pinturas rupestres.
    A regiăo é repleta de acidentes geográficos, como escarpas que formam abismos e desfiladeiros, com formaçőes rochosas esculpidas pelo vento e pela chuva.
    O Parque Nacional foi criado em 1989 e é do tamanho da cidade de Belo Horizonte. Por lá se pode observar facilmente veados, antas e tamanduás, além de aves de rapina como os gaviőes.
    O Parque praticamente divide o estado do Mato Grosso em duas partes: ao sul, a Planície Pantaneira e, ao norte, o Planalto Central.
  • Véu de noiva
    A cachoeira do Véu de Noiva, formada pelo Rio Coxipó, conhecida nacionalmente com seus 86m de queda livre tornou-se ponto imperdível para se visitar no País, o imenso vale aberto no arenito com impecável vegetaçăo, proporciona-nos espetáculo fantástico. No local, existe um restaurante típico regional muito bem adaptado ŕ paisagem.
  • Festival de Inverno
    Buscando resgatar a cultura regional, o 20ş Festival de Inverno de Chapada dos Guimarăes traz neste ano shows e eventos artísticos, científicos e lúdicos, além de campanhas educativas e feiras de negócios e turismo. A abertura do festival será realizada com o show nacional da cantora Zélia Duncan, na sexta-feira (18.06), e o encerramento com o grupo Tităs, no domingo (27.06). Săo mais de 400 atividades lúdicas, científicas e de entretenimento que em 2004 surpreenderăo pelas mudanças, as quais incluem ainda concertos em igrejas, saraus, rodas de viola, leitura de textos teatrais e luau. O objetivo é transformar o festival num importante pólo de cultura regional. A idéia de resgate do festival é proporcionar ao público, atividades interativas, dinamizando a cultura local, com a preocupaçăo de além de fortalecer a política cultural, promover açőes que busquem a melhoria da qualidade de vida para a populaçăo.
  • Salgadeira
    Na parte de cima dos contrafortes da Chapada, existe o córrego da Salgadeira, um dos antigos caminhos dos viajantes tropeiros. Estes lá paravam para charquear carne, ou seja, salgá-la e secá-la ao sol. Daí advém uma das explicaçőes do nome do local. Próximos ŕ bela cachoeira, existe hoje o “Terminal Social Turístico”.
  • Portăo do Inferno
    O limite do município de Cuiabá e Chapada dos Guimarăes, é marcado pelo Portăo do Inferno, um momento em que a estrada passa por uma perigosa curva ao lado de um canyon de mais de 50m de altura. Ali sempre foi lugar de histórias tenebrosas, de quedas e acidentes. o nome “Portăo do Inferno” tem uma origem setecentista, no período medieval, tudo que era buraco profundo estava ligado ao Inferno, diabo, tipo “garganta do diabo, bocaina do inferno” e muitos outros, já os montes altos que apontavam o céu, eram nomeados Dedo de Deus, Morro de Santo Antônio, Morro de Săo Jerônimo” e assim por diante. Como é uma apertada passagem, ficou com este tétrico nome, mas o lugar abriga inúmeros ninhos de araras, e no arenito da serra é possível ver dunas de areia que existiram há mais de 150 milhőes de anos preservadas no arenito. Podem ver breve informaçăo da geologia local no texto Teoría Mística de Chapada dos Guimarăes.
  • Paredăo
    Aqui se vę parte dos imponentes contrafortes da Chapada, enfeitados pela vegetaçăo nativa, na qual se destaca a palmeira buriti.
  • Parque Florestal
    Um privilégio que poucas cidades possuem, uma reserva ecológica no coraçăo da cidade, no Jardim Primavera. O acesso se faz pela rua das Orquídeas.
  • Mirante
    No meio da América do Sul, um exepcional ponto para se avistar a planície pantaneira, muito freqüentado ŕ noite pelos notívagos e namorados em busca de luzes estranhas, mais espetaculares do que as da cidade de Cuiabá, que ilumina parte da planície. O Centro Geodésico seria um Ponto Equidistante entre o Atlântico e o Pacífico, no “Coraçăo da América do Sul”.
  • Jerônimo
    Lá vocę poderá passar pelo meio de intrigantes formaçőes rochosas, como o Jacaré de Pedra; a Mesa de Sacrifícios; o Altar de Pedra; o Totem e outras formas curiosas de arenito (nesta regiăo, estăo os fósseis de conchas do mar); o Mirante do Morro Săo Jerônimo (um dos mais altos da regiăo, com cerca de 1.000 m), com linda vista para a Planície Pantaneira, no sopé de uma das montanhas mais altas de Chapada; a curiosa Pedra Furada e o majestoso Cogumelo de Pedra, sítio arqueológico lítico com uma pequena pintura pré-histórica embaixo. O retorno possibilita a visăo de novas rochas que cativam a imaginaçăo. O cerrado da Chapada possui enorme quantidade de plantas medicinais. Neste passeio, entendemos o ciclo de vida do cerrado na seca e no período das chuvas.
  • Cachoeirinha
    No Rio Coxipózinho que corta o Vale da Bençăo, possui um belíssima queda de 15m de altura formando uma bela praia de areia branca rodeada por uma floresta, próximo, existe um restaurante com uma arquitetura interessante, feito com a pedra “Canga”, típica da Chapada, que tornou muito aconchegante o lugar. Num córrego ao lado existe a “Cachoeira dos Namorados”, um aconchegante lugar com uma prainha pedregosa e com um pequena gruta atrás da cachoeira. Vale ŕ pena conferir.
  • Cachoeira do Pulo
    Depois de uma relaxada, adrenalina na Cachoeira do Pulo, que, para fazer jus ao nome, dá oportunidade de nos soltarmos no vazio para um refrescante banho rodeado por exuberante natureza.
  • Feira dos Produtores
    Conheça feirinha dos produtores locais da Chapada aos sábados pela manhă! Tereza Maria e Hermes que vendem plantas medicinais do cerrado Potes de doces caseiros maravilhosos Peixe fresco dos rios da Casca e Manso nos arredores do município, pacú e pintado.
  • 7 Cachoeiras
    O Caminho das Águas do Parque Nacional é formado por uma seqüęncia de cachoeiras do rio Sete de Setembro, que nasce dentro do Parque Nacional e forma uma singela caverna de arenito chamada Casa de Pedra.Ao longo do vale, pode-se apreciar a cachoeira do Sonrisal que produz muita espuma e onde se encontra delicioso refúgio atrás da cortina d’água da queda. Vale a pena estender-se na estratégica Pedra Inclinada, que faz um ângulo perfeito para um banho de sol.
  • Vila Bela da Santíssima Trindade – MT
    A cidade tem origem na feitoria de Pouso Alegre, fundada em 1737. Esta povoaçăo foi elevada a cidade, município e sede da capitania de Mato Grosso em 1746. Foi capital da capitania de Mato Grosso até 1820. Antiga capital da província, fundada pela coroa Portuguesa para proteger da Espanha as jazidas de ouro da regiăo. Hoje, uma comunidade negra tradicional frente ŕ nova ocupaçăo dos colonos que vęm do sul. Ficou esquecido no tempo. É um paraíso arqueológico. Em seus anos dourados, era capital do Mato Grosso e vivia em funçăo do rio. Pelo rio, chegavam as pessoas e o material para sua construçăo, trazidos desde Belém de barco, subindo o Amazonas, o Madeira, o Mamoré e o Guaporé para chegar até aqui.